"Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade."
(Fabrício Carpinejar)
sexta-feira, 5 de março de 2010
Não fique assim
Sabe, a vida ainda é bela
Esqueça de tudo o que aconteceu
Amanhã será um novo dia
Hey, Jude
Pra quê chorar
Por alguém que não te ama?
Se o mundo agora te faz sofrer
Tudo vai passar, você vai ver
Tanta coisa vai fazer você mudar
Não tem mais razão de ser essa tristeza
E se alguém te faz sofrer, pra quê lembrar?
Mais vale tentar viver de esperança
Sabe, a vida ainda é bela
Esqueça de tudo o que aconteceu
Amanhã será um novo dia
Hey, Jude
Pra quê chorar
Por alguém que não te ama?
Se o mundo agora te faz sofrer
Tudo vai passar, você vai ver
Tanta coisa vai fazer você mudar
Não tem mais razão de ser essa tristeza
E se alguém te faz sofrer, pra quê lembrar?
Mais vale tentar viver de esperança
terça-feira, 2 de março de 2010
Quando está longe de quem se ama, o frio se faz presente mesmo com todos cobertores.
a única coisa que pode te aquecer de verdade é aquele abraço que só o dono do seu coração é capaz de dar.

*enquanto você não estiver aqui,
o frio me acompanha sem piedade durante todos os dias da minha vida ♥
(Isabel Ferreira)
a única coisa que pode te aquecer de verdade é aquele abraço que só o dono do seu coração é capaz de dar.

*enquanto você não estiver aqui,
o frio me acompanha sem piedade durante todos os dias da minha vida ♥
(Isabel Ferreira)
segunda-feira, 1 de março de 2010
Porque eu tenho pesadelos que parecem tão reais até quando você me abraça. E eu acordo triste, e brigo de verdade e passo o dia grave e dolorida como quando a gente leva um tombo no piso liso...que é só o passado. É como se eu sentisse um ciúme horroroso do meu livro predileto comprado em sebo, a dedicatória apaixonada que não é a minha, os resquícios do manuseio de outras mãos. Alguém corrompeu o trecho que eu mais gostava quando grifou à caneta algo que não pude apagar com borracha e que era tão secretamente meu. Desenhou corações onde só havia minha dor e eu discordei da interpretação alheia. E achei aquilo tudo de uma crueldade atroz. Mas permaneci com o livro no colo, cheia de um afeto confuso por ele: afeto pelo que era, angústia por já ter sido de outro alguém, e aquela sensação (imbecil) de falta de exclusividade. Eu que sempre achei que tudo é e está para o mundo.Perdoa o meu senso de autoimportância, já que não consigo perdoar o meu egoísmo. Eu sei que em alguns presentes, no embrulho, laços do passado são aproveitados. Eu só queria que eles não fossem tão vermelhos: desses que doem nos olhos e no coração.
Marla de Queiroz
Marla de Queiroz
"e eu sinto alguma culpa, não é pelo o que faço às escondidas, não é culpa por estar me dedicando a uma experiência socialmente reprovável : é culpa por não sentir culpa alguma. Por estar achando tudo condizente com meu grau de exigência em relação ao aproveitamento do meu tempo, condizente com a minha fome"
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