quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Deu vontade de dizer...


Sei lá, só acho que não temos controle sobre todas as coisas. Apesar de nossas decisões nos levarem a caminhos diferentes, tudo  acontece como realmente deveria ser.  Acho que voltar e pedir desculpas e dizer que não foi minha intenção, não valeria muito.  Os sentimentos não são escolhas ou alternativas que assinalamos em questões da vida. Eles aparecem quando menos esperamos. 

terça-feira, 27 de setembro de 2011



Eu sou uma decepção. Parecia tão interessante, tão cheia de luz. E agora sou essa criança* que só quer agarrar você e proibir de brincar com os outros amiguinhos. Só meu, não empresto. 

 [Verônica H.]


Hoje meu corpo tem outras mãos espalhadas, hoje meu caminhar é um convite, hoje meu olhar é uma armadilha, hoje minha lembrança é uma tortura, hoje minha companhia é para poucos, hoje meu cheiro é um abismo, hoje meus dedos são violinos, hoje meu riso é a felicidade, hoje meu plano aceita ser surpreendido. Hoje apenas me permito a certeza do que a incerteza me impõe.
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Cáh Morandi

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Could we fix you if you broke?


Queria que alguém segurasse minha mão e me dissesse que vai ficar tudo bem, que eu não preciso me preocupar com o que vem pela frente. Mas quem vai estar lá por mim? Quem vai me abraçar e me emprestar o guarda-chuva quando a tempestade vier? Porque eu não agüento mais me sentir sozinha mesmo estando entre tanta gente. As pessoas vão e se esquecem que te deixaram aqui, esquessem as promessas feitas e deixam seu coração mesmo sem sair dele. Isso me deixa tão angustiada, tão perdida e me sinto a menor pessoa do mundo, vivendo entre julgamentos e rótulos que não são pra mim.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Escolher um caminho significava abandonar outros. Tinha uma vida inteira para viver, e sempre pensava que talvez se arrependesse, no futuro, das coisas que queria fazer agora. "Tenho medo de me comprometer", pensou consigo mesma. Queria percorrer todos os caminhos possíveis, e ia acabar não percorrendo nenhum.


(Brida, Paulo Coelho)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Mas eu tenho medo de me perder e não saber voltar, tenho medo de gostar de não diferenciar a fantasia da realidade. De virar as costas pro mundo real e viver só o irreal. 

“... Ah, essa mulher - precisava sair daqui. Deste planeta que, tão freqüentemente, parece não comportar a sensibilidade.” CFA