segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Não deixe que as eventualidades diárias façam-nos esquecer do que se passa no coração. Não economize nos sentimentos, não menospreze a voz de dentro. Não me deixe esquecer quem você é.
Entrego-me sem restrições, sem pensar no que virá depois. É completamente, porque nunca soube o que fazer com as metades. Entrego-me porque eu sei o que é melhor pra nós, e ignoro o que é melhor pra “mim”.
“- E as brigas?
- A gente reconcilia.
- E o ciúme?
- A gente cura.
- E as lágrimas?
- A gente cuida.
- E a distância?
- A gente junta.”

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Tenho me encontrado em constante indagação. Quem eu sou? De onde eu vim? E o que eu realmente quero dessa vida? Não encontro respostas, me encho de novas perguntas. 

Coisa de quem aceita a esperança..

Só quero saber realmente o que importa.
Dos assuntos que só ferem quando são picadas de inseto.
Coisas assim, que só ardem por fora.
As coisas que mais são importantes agora, toda a minha atenção, como se dela, só delas,
dependesse minha afeição.
Sorvete de baunilha e lençol limpo ou então dessas coisas que não se mostram
e só se reconhecem sem os olhos, gentilezas por exemplo.
Nesse tempo do que realmente importa, não existe conspiração do universo
e muito menos coisas do destino, se é que isso existe.
Nesse tempo as lembranças ruins só são um borrão.
Existe também um pé de ruga que pode ser pé de passarinho porque nesse tempo, a gente ri demais.
Então pode-se chamar de pé de passarinho e não de galinha,
porque passarinho pelo menos voa mais alto.
Existe essa alegriazinha, coisa de quem aceita a esperança
sem medo do que há por vir,
Sem temer o que há de partir

|vanessa leonardi|

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

As vezes eu acho que vou enlouquecer no meio de toda essa correria, de todo esse barulho, essa ansiedade nas pessoas.
Na cidade as coisas são feias porque é tudo mentira. O que a gente faz, o que a gente diz, até mesmo o que a gente sente — é tudo mentira.