Então, meu amor, estendo minha mão, morrendo de medo igualmente, sem levar nada tão a sério, ignorando toda vã filosofia de explicar sensações. Estou aqui no chão por você. Desci, pra mais tarde te acompanhar na subida. Venha preencher e pintar minha vida de caos, de dilatação, equações, sorte e até algumas mágoas. Mas não há de ser agora. Bem sei que jamais guardo um nome, mas no seu caso, fatalmente, conseguirei abrir uma exceção.
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